Erdbeere &Himbeere /Zwerg


29/06/2005


 

HAPPINESS

Wanderlino Arruda

Happiness has no weight
and it has no measure.
It can¿t be bought,
and it can¿t be loaned;
it can¿t be borrowed,
it doesn¿t resist calculus,
because it¿s not material,
by the material standards of our world.
It can be only legitimate.
False happiness is not real happiness,
it¿s only illusion.
If I knew how to make calculations
for measuring feelings,
I would say that happiness could have size.
It could be great, small,
fitting in the palm of my hand,
or being as large as the world.
Happiness is wisdom, hope,
wanting to go,
wanting to stay,
present, past, future.
Happiness is confidence:
faith and belief, work and action.
We can¿t be hasty about being happy,
because happiness comes slowly,
as one who cares for nothing.
To be happy doesn¿t depend on money,
it doesn¿t depend on health, nor power.
Happiness isn¿t ostentation, nor luxury.
Happiness is the unfastening.
It isn¿t ambition.
We¿re happy only when we know how to care,
and how to lose,
to suffer and to pardon.
Happiness is only possible,
when we know, over all, how to love,
when we know how to live a loving life.

Escrito por k_rolyne às 11h00
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26/06/2005


Amar Verbo Transitivo Direto

Ao contrário do que diz Mário de Andrade, ando pensando que amar não é verbo intransitivo, mas transitivo direto mesmo. É fundamental um objeto direto para completar seu sentido.


Amar por amar é fácil. Basta dirigir seus sentimentos mais nobres à humanidade como um todo. Trazer o foco para um ser só é que são elas.
Familiares, amigos e animais domésticos não contam. Exigem bastante de você, mas é outro tipo de amor...

Tarefa mais enriquecedora, é amar alguém apesar desta pessoa ser completamente do jeito que ela é. Com todas as suas particularidades, individualidades, desejos e necessidades. Amar aceitando todos os seus defeitos e por causa deles.

Um amigo diz que o amor não escolhe alvo. Mas preciso dizer que quando ele escolhe um pouso deve fazê-lo sem críticas.
Aí está a dificuldade.
Foram poucas (e boas) as vezes que me apaixonei de verdade. Como sou relativamente econômico nas manifestações de afeição, pronunciei a fatídica declaração de três palavras meia dúzia de vezes em quase vinte anos de vida amorosa. Hoje em dia acho que exagerei em pelo menos três delas. Respondi com sinceridade a chamados atenciosos, mas vejo que extrapolei no entusiasmo. 
E em quase todas as relações incorri no erro de tentar aproximar os receptáculos do meu afeto aos modelos que tinha de relacionamento. Dominador? Acho que não. Meio iludido, talvez. 

Descobri na porrada que ninguém se molda. Pode ouvir um pouco, absorver alguns toques, ou, pior de tudo, fingir por um tempo que está fazendo o que você quer só para não se aporrinhar.

Melhor aproveitar e aprender com o outro a treinar sua capacidade de compreender.
Só assim se pode dizer que ama de verdade. Qualquer coisa além disso é mera projeção narcisista.
Espero fazer tudo direitinho desta vez.

E você, já amou ou acha que amou ?

Escrito por k_rolyne às 01h11
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